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A felicidade consiste em não seres feliz e que isso não te importe. (Miguel D'Ors)

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Hoje: 22 Jul 2014

Opus Gay » Apoio Psicológico

Página da responsabilidade dos psicólogos:

Dr. José Antonio Machado Teixeira - Tlm: 934579934 - Fixo: 214580702

Dr. Fernando Eduardo Barreto Mesquita - Tlm: 969091221

Mais informações:http://sexologia.no.sapo.pt

A psicoterapia como meio libertador e curativo da culpa

Num acompanhamento psicoterapêutico de um homossexual o sentimento inconsciente de culpa ou culpabilidade inconsciente é uma noção psicoterapêutica nem sempre fácil de entender, pela existência de uma certa incongruência nominativa, pois é difícil admitir a realidade de sentimentos inconscientes, o que se sente é por definição, consciente. O que se sentiu é que, por ter mergulhado no inconsciente, e ficar como residuo dinâmico condicionante e propulsor de atitudes ou comportamentos, cuja motivação real permanece inconsciente, a culpa outrora sentida e agora ignorada é que persiste como motivo oculto da conduta atual, que leva o sujeito a refugiar-se no "armário" ou mesmo a assumir atitudes homofóbicas tanto com os elementos do sexo feminino como masculino, a fim de afastar de si as suspeitas da sua homossexualidade e no fim a procurar o tão desejado amor e aceitação que procura desesperadamente nos outros,familiares e sociedade em geral,como um pedido de desculpa por ser como é!

 

Grupo de Apoio Psicológico da Opus Gay

Grupos Terapêuticos de Inter-Ajuda LGBT

A ideia da criação de Grupos Terapêuticos de Inter-ajuda para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgenders (LGBT), com o apoio da OPUS GAY, surgiu por se reconhecer que a possibilidade de partilhar experiências, emoções e sentimentos individuais, num grupo empático, é extremamente benéfica. A presença de dois técnicos de saúde mental, ambos com formação superior adequada em Psicologia Clínica, um dos quais com especialização em Sexologia e o outro com especialização em Terapia Psicodinâmica, permite uma análise e reflexão mais profunda dos assuntos que vão sendo abordados ao longo das sessões.

Para muitos LGBT, nunca houve a possibilidade de expressarem os seus sentimentos com amigos, ou até mesmo com familiares, por não se sentirem seguros para o fazerem. Esta é uma óptima oportunidade para poderem comunicar, num ambiente seguro e empático, o que foram guardando ao longo dos anos, com medo de serem criticados, desvalorizados, ou até mesmo mal-tratados. Mesmo que, inicialmente, não se sintam com à vontade para falar num grupo, ao ouvirem outros participantes, muitos acabam por se identificar naquilo que é transmitido, o que origina reestruturações cognitivas que vão permitir lidar de forma diferente com as mais diversas situações.

 

Grupos de Inter-Ajuda para pessoas com dificuldades de Orientação Sexual

ano europeo

A ideia dos grupos de inter ajuda para pessoas com dificuldades de orientação sexual, sem limite de idade, surge-nos na sequência das mesmas dificuldades que essas mesmas pessoas sentem em aceitar-se a si próprias e consequentemente a sentirem-se aceites no meio sócio-familiar e no mundo laboral.

Na realidade, são casos de percursos de vida, que pouco ou nada têm a ver com outras realidades de vida e por isso carecem de ser integrados numa outra perspectiva de experiência de troca de vivências pessoais, análise e reflexão da sua própria personalidade e carácter, beneficiando de ajuda e interpretação técnica.

Para isso os grupos são constituídos por um numero máximo de seis a oito elementos e reúnem-se uma vez por mês numa sessão de dinâmica de grupo que terá uma duração aproximada de hora e meia na presença de dois técnicos de saúde mental, ambos com formação superior adequada em psicologia clínica, um sexólogo de orientação cognitivo comportamental e um psicoterapeuta de orientação dinâmica.

 

Notas sobre o processo de identidade sexual

(O porquê de uma Psicoterapia)

A identidade é um mecanismo de elaboração intrapsíquica em que a essência de um objecto completamente diferenciado é criada -recriada no interior do próprio a imagem e semelhança daquele, sendo portanto assim que se organiza o ideal do Eu/Supereu pós-edipiano, herdeiro do complexo de Édipo.

Margaret Mahler (1968) designa-o como um processo ou como resultado dum processo finalizado na infância. A identidade seria assim já visível no fim da fase da separação-individualização, quando se organiza uma representação estável do próprio (Self).

A diferença de uma pessoa para outra não reside no corpo ou no somatório orgânico visível . Reside muito mais no sentimento íntimo de possuir uma capacidade pessoal de funcionar de uma determinada maneira, de ocupar um certo espaço individualizado, de realizar determinados atributos diferenciais, de ter uma auto -imagem; reside na ideia que a pessoa tem de si, do seu próprio corpo, da sua totalidade.

 

Está Activo o Grupo de Apoio Psicológico

Grupo de Apoio Psicológico e Terapia em grupo.

O grupo terapêutico de auto-ajuda promove a construção da identidade sexual e da identidade de género através da partilha de experiências de vida e percursos pessoais, reconhecimento de características, semelhanças e diferenças permitindo a cada um o quebrar de sentimentos de isolamento libertando-se da aprovação e da reprovação social e afectiva. O grupo na sua interacção promove sentimentos de pertença e sedimenta a identidade e auto-estima proporcionado a auto-realização através da consciência de si e da auto-aceitação dos seus conflitos e projectos pessoais.

Todos temos os nosso dias bons e menos bons...Sabemos que a descoberta de sentimentos, o lidar com as nossas sensibilidades nem sempre é fácil ...Principalmente quando descobrimos que somos uma minoria entre muitos iguais...

Não é vergonha pedir ajuda nem é humilhante partilhar experiências. Por vezes é difícil  não saber resolver os nossos problemas, lidar com os nossos sentimentos...

Temos técnicos credenciados disponíveis para dar apoio e acompanhamento gratuito. Qualquer problema de orientação sexual, relacionamento, abordagem da família e amigos.
Conta connosco!

 

Avaliação e intervenção individual ou em casais

Numa sociedade que (ainda) é heterossexista, não é estranho surgirem alguns técnicos de saúde (por exemplo, médicos e psicólogos) incapazes de perceber determinados problemas vividos por alguns gays e lésbicas.  Para não falar daqueles que, por diversas razões, são eles próprios homofóbicos, o que, como é óbvio, não permitirá aceitarem totalmente os problemas dos homossexuais que os procuram.

Só um profissional com capacidade para perceber as questões específicas desta população e do contexto em que vive, poderá ensinar gays e lésbicas a lidar com as dificuldades no relacionamento com a família, amigos, colegas de trabalho e em muitas outras situações do dia-a-dia.

Neste sentido, podem ser realizadas algumas intervenções ao nível da psicologia afirmativa (o problema não está no objecto de desejo sexual, mas sim no preconceito social) e na gestão de conflitos de casal, (com todas as especificidades destes casais)...

Mensagem enviada para o Grupo de Apoio Psicológico

(Anónimo) Vivo num mundo de fantasia. Sou uma pessoa que pareço feliz, mas a tristeza que vai dentro de mim é enorme, pois sou gay e não o posso assumir perante a minha familia e amigos, pois vivo num meio pequeno e em que ser diferente é crime. Tenho medo da reacção de meus pais e amigos caso venham a descobrir a minha verdadeira orientação sexual. Tive várias namoradas mas apenas para disfarçar perante a sociedade as minhas verdadeiras paixões. Porque será que em Portugal é tão dificil em Gay assumir-se? Será que não compreendem que apenas sou diferente? Qual a maneira mais fácil de me assumir? Tou farto de esconder de toda a gente o que sou verdadeiramente. Gostava de conhecer pessoas que fossem iguais a mim e me ajudassem.

Resposta :

 

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Casa em Setubal
Casa em Nisa
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