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Crianças abandonadas sem projecto de adopção

iin Jornal de Notícias

Crianças em situação de acolhimento eram 12 245 em 2006

Apenas 13% das crianças e jovens que vivem em instituições de acolhimento e não recebem visitas de familiares têm como projecto de vida a adopção, segundo um relatório do Instituto de Segurança Social.

O documento, que faz a caracterização das 12 245 crianças e jovens em situação de acolhimento em 2006, revela que quase metade vivia em instituições há pelo menos quatro anos e 28% há mais de seis anos. Negligência, falta de acompanhamento da situação de saúde, abandono, maus-tratos físicos e carência socio-económicos são motivos de acolhimento.

O relatório do Instituto de Segurança Social refere que, das 12 245 crianças e jovens que continuavam em situação de acolhimento em 2006, 60% estavam em lares de infância e juventude, 22% em famílias de acolhimento e 14% em casas de acolhimento temporário e outras instituições.

Uma boa parte destas crianças (41%) não recebia visitas das famílias, mas para apenas 13% dos que não têm contacto com os familiares é ponderada a possibilidade de adopção. Dados oficiais sobre adopção, referentes a Agosto último, indicam que 1117 crianças e jovens encontram-se em situação de adoptabilidade, dos quais 384 têm até três anos, 275 têm entre os quatro e os seis anos, 290 têm entre os sete e os dez anos.

Este número de crianças, em via de adopção, podia baixar se não fossemos preconceituosos e se aceitássemos a liberalização do casamento e da adopção por parte dos homossexuais.

 

Abuso em crianças e jovens (Laura)

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Tipos de Maus-tratos:

•  Negligência, Maus-tratos físicos, Abuso sexual, Maus-tratos psicológicos, Abandono

Tipos de Maus-tratos em Portugal

Podemos mencionar que em Portugal há 65, 8% de Negligencia e abandono, 28, 7% de Maus-tratos físicos e psicológicos e 5.5% de Abuso sexual 5,5%.

 

Diapositivo 8 (Sandra)

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13/12/06

O Tribunal de Oeiras condenou esta quarta-feira a 12 anos de prisão por abuso sexual de crianças continuado e agravado o ex-companheiro da mãe de Daniel, um menino de seis anos surdo-mudo encontrado morto em casa em Setembro de 2005.

 
 
 

5º ao 9º Diapositivo

Embora nas suas famílias de sangue, as crianças possam ser maltradas…

Nas instituições serão muito mais, como podemos constatar com factos verídicos e que passamos a citar alguns exemplos:

 

Diapositivo 9 (Sandra)

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2007/11/15

A Provedora da Casa Pia, Joaquina Madeira, disse esta quinta-feira em entrevista à RTP que «há indícios» de abusos sexuais envolvendo crianças da instituição.

 
 
 

Diapositivo 5 (Antónia)

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Em Monção, morte de uma menina de dois anos alegadamente vítima de maus-tratos.

Segundo fonte do Destacamento de Viana do Castelo da GNR, a criança, que já estava a ser acompanhada pela Comissão de Protecção de Menores, foi levada esta manhã pela família ao Centro de Saúde de Monção, onde deu entrada já sem vida.

 

Uma criança necessita (Antónia)

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Com a certeza de que em instituições há maus tratos e abusos de crianças, podemos afirmar que independente da orientação sexual dos pais/mães, estes possam manifestar satisfação na sua relação transmitindo o amor que nutrem pelas demais e uma estabilidade a todos os níveis.

 
 
 

Diapositivo 6

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2006/03/13

Pai, avó e tia arriscam pena de prisão até 25 anos. Menina tinha queimaduras muito graves, provocadas pela avó, sofreu durante quatro dias e morreu por falta de assistência médica.

 

Homossexuais (Laura)

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Não há motivos nem impedimentos legais, para que duas pessoas do mesmo sexo possam adoptar.

Será que estas pessoas não têm condições, para o fazerem, uma vez que na nossa sociedade a cada dia que passa, o número de crianças aumenta a ser educados por um pai ou por uma mãe; vimos hoje que cada vez há mais famílias mono parentais.

 
 
 

Diapositivo 7 (Sandra)

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30/11/06

O Ministério Público pediu hoje no Tribunal de Leiria 13 anos de prisão para uma mulher acusada de homicídio qualificado por ter alegadamente deixado morrer à fome um filho deficiente de seis anos.

 

Pais Homossexuais (Sandra)

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Podemos dar como exemplo o casal de homossexuais no Brasil, que adoptaram a pequena Teodora, que aquando da adopção não tinha comportamentos de estabilidade, não tinha noção do muito ou do pouco, não tinha noção do espaço e como os pais relatam não sabia lidar com o afecto. Na escola está mais segura e confiante, não tem medo de perguntar e de errar, tem uma relação fantástica com os amiguinhos e com adopção tornou-se uma menina feliz, UMA MENINA QUE APRENDEU A SORRIR…

Citamos na 1ª pessoa:

“Descobrimos um amor incondicional em nós. Percebemos que estamos menos egoístas e mais transparentes nas nossas posições. Hoje, só pensamos em viver o bastante para cuidar da nossa filha. Só pensamos em protegê-la”.

 
 

 

SERÁ QUE A SOCIEDADE VAI DEMORAR MUITO TEMPO A ACEITAR ?

DEBATE ABERTO….

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ESEBeja - 2008

 

Trabalho para a disciplina de Sociologia sobre diferentes tipo de família

Chamo-me Sofia Mouga , ando na escola Secundária de Linda-a-Velha, no 12º ano de ciencias sociais e humanas e estou a fazer um pequeno trabalho para a disciplina de Sociologia sobre diferentes tipo de família. Escolhi para tema do meu trabalho as Famílias Homossexuais porque acho que se deveria referir mais vezes os direitos de que estas são privadas simplesmente porque não existe o respeito que deveria existir por orientações sexuais diferentes da heterossexualidade, a que muitas vezes chamam a orientação sexual "normal".

Tentei encontrar informações sobre a legislação portuguesa onde eu encontrasse bons exemplos de como certos artigos da constituição não são respeitados relativamente aos direitos, que qualquer cidadão homossexual deveria ter tal como todos os outros (por exemplo, em relação ao casamento).

Achei também importante referir no meu trabalho questões relativas à adopção por parte de casais homossexuais e também não encontrei a lei que diz que em Portugal isto não é permitido.

Dirigi-me assim à vossa organização pois penso que estarão em condições de me fornecer informações que poderão em muito ajudar à realização do meu trabalho.

Sofia Mouga -Contacto: sophie.mougain@gmail.com

 

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM CASAIS HOMOSSEXUAIS – Trabalho de investigação, pedido de entrevista

O meu projecto de investigação insere-se no contexto da elaboração de uma tese de mestrado em Psicologia, a realizar na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, sob a orientação da Prof. Dra. Celina Manita Santos, e visa estudar as representações sociais da violência doméstica em casais homossexuais.

O trabalho comporta duas partes, essencialmente: uma que pretende aferir e analisar as representações (ideias, atitudes, comportamentos) que pessoas pertencentes a determinados grupos profissionais que lidam com violência doméstica (magistrados, polícias e profissionais de apoio à vítima) têm acerca deste tema.

Na outra parte da minha pesquisa, pretendo entrevistar pessoas que sejam ou tenham sido vítimas de violência doméstica no contexto de uma relação com uma pessoa do mesmo sexo e que vivam (ou tenham vivido) com essa pessoa numa união de conjugalidade.

Para tal, peço a colaboração das pessoas que estejam disponíveis para me concederem uma entrevista, no sentido de melhor compreender, na perspectiva dos/as próprios/as, as percepções, emoções e comportamentos envolvidos nas situações de violência doméstica vividas.

Os dados recolhidos durante a entrevista destinam-se exclusivamente a fins de investigação científica e serão tratados com absoluta confidencialidade , pela qual me responsabilizo pessoalmente.

Se estiver disponível para colaborar, agradeço que envie um e-mail para o contacto abaixo indicado e tentaremos combinar uma data e local da sua conveniência.

Se, no caso de estar disponível, pretender uma confirmação, por escrito, da instituição académica em que me encontro a realizar este trabalho de investigação (FPCEUP), bastará pedir-me.

Helena Topa - helenatopa@clix.pt

 

Por: Antonio Serzedelo

Hoje fui convidado para participar  numa aula -colóquio da escola de Enfermagem de S.Vicente de Paula, no Campo Grande,escola que  existe  há  cerca de 70 anos, fundada por um freira brasileira em Portugal, e que pertence agora à Universidade Católica.

O tema era o HIV/Sida, exclusão social, homossexualidade, e a abordagem  que pode ser feita pelos futuros enfermeiros destas questões. Eram todos alunos do 4º ano,portanto, finalistas.

Presentes, a enfermeira Ana Reis do projecto Solidariedade da Santa Casa, dois utentes seropositivos , uma  psicóloga,  dois enfermeiros integrados em projectos sociais, e eu próprio, neste caso  com dois chapéus, o da Opus Gay e do Vidas Alternativas.

Tive oportunidade de referir o que era a diferença para mim entre solidariedade e caridade. Já que  a irmandade de S. Vicente de Paulo dedica-se à caridade.

Referir o que era, no meu entender, o chamado "amor pelo próximo", traduzido, inclusive,  pelo uso do preservativo, nas relações sexuais ou conjugais,  as exclusões sociais e as ligações que se estabeleceram, entre a sida e a homossexualidade, atrasando os avanços na luta, e a tradição religiosa veiculada pela inquisição-igreja , e retomada no Estado Novo relativamente à sexualidade, vide homossexualidade.

Os dois utentes,uma mulher, assistente domiciliária  , mãe de 5 filhos e avó, e um homem de 46 anos, referiam  as rupturas dos laços sociais, a dificuldade em recompor as suas vidas, e a forma como renasceram,  depois  de aceitarem    a sua seropositividade,e encontrarem respeito e quem os tratasse com dignidade,para além do seguimento dos tratamentos quando  foi caso disso..

Creio que a generalidade dos alunos, pelas suas intervenções, e muitas das  professoras eram defensores do uso do preservativo,pois as vozes que se levantaram eram bastante criticas dos discurso eclesial corrente,embora com matizes diferentes.

Houve quem afirmasse  que tinham  um circulo de amigos gays,e nao compreendia porque  continuava a haver tanta intolerância , enquanto  outro aluno  referiu, como  exemplo da sua experiência no Sul de Angola, onde é difícil passar o discurso da monogamia, que aqui  na Europa se defende, porque  os homens nessa tribo  são todos assumidamente poligâmicos, com o conhecimento das mulheres e esposas,sendo insultuoso dizer-lhes, que só devem ter uma parceira sexual.

Não é a 1ª vez que a Opus Gay é convidada por  instituições ligadas à Universidade Católica  ,ou a instituições ligadas à rede da Igreja.No principio do ano também estivemos numa sessão de avaliação de um projecto-portal  social, na sede da Caritas,por iniciativa da "Animar",  em Lisboa.

Segundo os professores comentaram no fim:nem sempre  os viam tão interessados a seguir numa sessão , os discursos,neste caso  de cada um de nós.

Aos poucos as instituições   que supomos serem mais conservadoras  vão também tomando iniciativas interessantes, e no bom sentido.Dialogando ,o  caminho vai-se fazendo...

Saudações Alternativas

António Serzedelo

 

Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP)

Sou aluna de doutoramento em Sociologia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) e estou a desenvolver a minha investigação na área da Sociologia do Consumo.

Pretendo analisar e compreender a influência da trajectória de vida nas práticas de consumo. Para atingir este objectivo necessito de realizar um conjunto de entrevistas (3 a 4 entrevistas, com a duração máxima de 2 horas/entrevista) que permitam reconstruir a "estória de vida" de elementos de diferentes tipos famílias (nucleares modernas e tradicionais, monoparentais, familias recompostas, gay, entre outras). Ao longo destas entrevistas abordaremos a família, o percurso escolar, os amigos, o trabalho e a ocupação dos tempos livres. Necessito, também, que me preencham uma "lista de despesas" mensais, durante um ano .

As famílias a entrevistar devem residir na área metropolitana do > Porto, dispor de um orçamento comum e partilhar despesas. Faltam-me as > seguintes famílias: 1 Família de lésbicas com nível de instrução entre o 9º e o 12º ano 1 Família de lésbicas com nível de instrução inferior ao 9º ano 1 Família de homossexuais com nível de instrução entre o 9º e o 12º ano 1 Família de homossexuais com nível de instrução inferior ao 9º ano.

Se estiver disponível para colaborar na investigação, agradeço que me contacte para o email: imsilvacruz@gmail.com

 

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Está a decorrer um estudo científico no âmbito do Mestrado em Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, sobre “Discriminação por parte dos Profissionais de Saúde em função da Orientação Sexual do Utente”. Actualmente existe pouca informação em relação a este assunto e, por isso, o seu contributo é muito importante. Para tal, disponibilizou-se um questionário on-line para ser preenchido por UTENTES LGBT. Este tem como finalidade conhecer algumas das atitudes que os Profissionais de Saúde têm relativamente aos utentes LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros).

Muito obrigado por ter aceite colaborar.

O questionário está alojado em http://users.med.up.pt/mbio04019/quest/quest1.html

 

Psicologia Clínica no Instituto Piaget

O meu nome é Cláudia Liques, frequento a Licenciatura de Psicologia Clínica no Instituto Piaget, Campus de Almada, Portugal. O meu orientador de tese é o Dr. Nuno Nodin, docente do Instituto que frequento. Neste momento encontro-me a investigar as características da personalidade em homossexuais. Por esse motivo, peço a vossa participação nesta investigação através da resposta aos questionários no seguinte site:

http://members.lycos.co.uk/claudialiques/

Estes questionários são anónimos.

Por esse motivo não lhe pedimos nem recolhemos qualquer elemento de identificação. Todos os dados serão confidenciais. Para o esclarecimento de qualquer questão, pode contactar-me através do seguinte email: teorial@hotmail.com

 

Curso de turismo da Universidade do Algarve

Somos alunas da Universidade do Algarve a terminar a licenciatura do curso de turismo e estamos a desenvolver um projecto centrado no Turismo Homossexual no Barlavento Algarvio. A parte mais importante do trabalho consiste na realização de inquéritos a turistas homossexuais e sem isto não faz sentido a realização deste trabalho. Para tal vimos por este meio solicitar a vossa colaboração para divulgar o nosso inquérito através das mailing lists que possui.

O questionário está alojado na página: http://www.my3q.com/go.php?url=pthlagos/turismo

 

Inquérito

Está a ser desenvolvido por uma aluna da Universidade do Porto, no âmbito do Mestrado em Bioética, um trabalho de investigação que aborda as temáticas da discriminação e do preconceito em função da orientação sexual, e da adopção por casais homossexuais.

clique aqui: http://users.med.up.pt/pvalente/InqPat.htm

Agradecemos toda a colaboração no inquérito.

Ana, Márcia e Mariana

 

 

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